Cerimônia ocorreu no Ginásio Poliesportivo. O ZAGUEIRÃO LUÍS GOMES, que registrou grande público
A Prefeitura de Salgado de São Félix, através da Secretaria de Educação e Secretaria de Cultura está realizando os Jogos Escolares das Escolas Municipais, Estaduais e privadas entre os dias 27 a 31.
A Secretária de Educação Rosineide Gonçalves em seu pronunciamento, destacou a importância do esporte em Salgado. Estes jogos vem para abrilhantar o município e mostrar os talentos do nosso alunado na área do esporte. Desejo sorte a todos os atletas e garra nestes jogos escolares". Quero agradecer a todos que vieram prestigiar e de forma especial o Prefeito Adjailson Andrade, que sempre está valorizando os atletas salgadense. E para concluir, agradecer a todos que contribuiram para realização deste evento. Falou a secretária.
Durante a abertura, tiveram a apresentação da Banda Marcial Eunice Barbosa, a formação da mesa pelas autoridades presente, o momento do hino nacional, dança cultural dos adolescentes do SCFV. e logo em seguida o Ponta pé da bola pelo Secretário de cultura Valmir Veríssimo e o Professor Álvaro. E foi dado a largada para os jogos da categoria A e Feminino.
segunda-feira, agosto 27, 2018
Municípios recebem recursos financeiros nesta terça-feira, 28.
Municípios recebem recursos financeiros nesta terça-feira (28)... Entre eles: ICMS (imposto sobre circulação de mercadorias e prestação de serviços), FUNDEB. (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), e FUS (Fundo Saúde) ... Valores pesquisado pelo blog Itabaiana hoje, junto ao sistema de informações do Banco do Brasil. Valores creditados: (incluindo: ICMS, FUNDEB, e FUS).
Juripiranga: R$ 92.220,04
Mogeiro: R$ 119.932,95
Pilar: R$ 85.391,84
Salgado: R$ 103.054,51
Itatuba: R$ 95.926,30
São José dos Ramos: R$ 56.718,92
São Miguel de Taipu: R$ 63.648,82
Ingá: R$ 131.573,05
Itabaiana: R$ 119.925,27
Pedras de Fogo: R$ 357.354,30
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domingo, agosto 26, 2018
Número de partidos aumenta 600% desde 1982.
Em 1982, os paraibanos foram às urnas escolher os governadores depois de
18 anos de eleições indiretas. O último escolhido indiretamente foi
Tarcísio Burity, em 1978, numa disputa com Antônio Mariz. Na época,
também foram escolhidos um senador (o eleito foi Marcondes Gadelha),
deputados federais e deputados estaduais, além de prefeitos e
vereadores, segundo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB). Na época, o
voto era vinculado. Ou seja: o eleitor era obrigado a votar em todos os
candidatos do mesmo partido. Caso contrário, o voto era anulado. De lá
para cá, já se passaram 36 anos.
No decorrer do tempo, a legislação eleitoral foi amplamente modificada. Os partidos passaram de cinco (PDS, PMDB, PDT, PTB e PT) em 1982 para 35 hoje, um aumento de 600%. MDB, PDT, PTB e PT estão entre os principais de hoje, seguidos de PSDB, PR, PSD, Progressistas, entre outras legendas legalmente registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Naquela eleição vinculada, apenas três partidos apresentaram candidatos a governador na Paraíba: PDS (Wilson Braga), PMDB (Antônio Mariz) e PT (Francisco Derly Pereira). Braga foi o eleito.
Na atual campanha, as cúpulas dos principais partidos demonstram unidade e organização que não se refletem nas bases, nos municípios. Ou seja: no plano estadual, a unidade parece estar consolidada em partidos como o PSDB, PSB, PT, PSC, PV, MDB e DEM. Mas, no plano local, está uma zorra. É, no dito popular, um “verdadeiro ninho de gatos”.
Uma demonstração neste sentido foi dada há uma semana nos municípios de Rio Tinto, Cuité de Mamanguape (Vale do Mamanguape) e Picuí (Curimataú).
Em Rio Tinto, o presidente do Diretório Municipal do PPS (partido que apoia a candidatura do engenheiro João Azevedo pelo PSB), o professor universitário Eugênio Neto, que dá aulas nos cursos de Ciências Contábeis, Administração e Finanças do Unipê localizado em João Pessoa, foi a uma solenidade do MDB em apoio à candidatura do senador José Maranhão para governador.
Quem também se incorporou à campanha de Maranhão, ignorando a cúpula partidária, foi o presidente do Diretório Municipal do PSC de Rio Tinto, o odontólogo Reginaldo Rodrigues, duas vezes vice-prefeito da cidade. O PSC é o partido comandado pela família Gadelha e integra a coligação que apóia a candidatura do farmacêutico Lucélio Cartaxo- irmão gêmeo do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (ambos do PV).
No município de Cuité de Mamanguape, o líder político Helinho Severino, do PSD, também aderiu a Maranhão, contrariando a direção estadual do seu partido que está apóia Lucélio. Ex-prefeito, Helinho fez questão de ir a Mamanguape e Rio Tinto, no último dia 18 para expressar seu apoio pessoalmente a Maranhão e Bruno Roberto (PR), candidato a vice-governador.
Petista contraria
Já a vice-prefeita de Rio Tinto, Aurileide Chagas, trocou o seu partido, o PTC, pelo MDB e ofereceu um almoço a Zé Maranhão e ao candidato a senador, Roberto Paulino. Em Picuí, o prefeito Olivanio Dantas Remigio, filiado ao PT, se voltou contra as resoluções da legenda e anunciou que está apoiando a candidatura de Maranhão. O PT apóia João Azevêdo (PSB).
Fatores que levam à bagunça
As lideranças estaduais não se afinam com as lideranças locais. Isso é reflexo de três fatores, segundo o cientista político e professor do curso de História da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Lúcio Flávio Vasconcelos.
O primeiro: grande quantidade de partidos políticos no país. São 35 legendas, hoje. O segundo: a ausência de concepção ideológica e programática nos partidos.
O terceiro fator, segundo o professor da UFPB: pragmatismo generalizado. De acordo com Lúcio Flávio, isso tudo permite a bagunça que está ocorrendo na campanha eleitoral em todo o País., especialmente na Paraíba.jornal correio
No decorrer do tempo, a legislação eleitoral foi amplamente modificada. Os partidos passaram de cinco (PDS, PMDB, PDT, PTB e PT) em 1982 para 35 hoje, um aumento de 600%. MDB, PDT, PTB e PT estão entre os principais de hoje, seguidos de PSDB, PR, PSD, Progressistas, entre outras legendas legalmente registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Naquela eleição vinculada, apenas três partidos apresentaram candidatos a governador na Paraíba: PDS (Wilson Braga), PMDB (Antônio Mariz) e PT (Francisco Derly Pereira). Braga foi o eleito.
Na atual campanha, as cúpulas dos principais partidos demonstram unidade e organização que não se refletem nas bases, nos municípios. Ou seja: no plano estadual, a unidade parece estar consolidada em partidos como o PSDB, PSB, PT, PSC, PV, MDB e DEM. Mas, no plano local, está uma zorra. É, no dito popular, um “verdadeiro ninho de gatos”.
Uma demonstração neste sentido foi dada há uma semana nos municípios de Rio Tinto, Cuité de Mamanguape (Vale do Mamanguape) e Picuí (Curimataú).
Em Rio Tinto, o presidente do Diretório Municipal do PPS (partido que apoia a candidatura do engenheiro João Azevedo pelo PSB), o professor universitário Eugênio Neto, que dá aulas nos cursos de Ciências Contábeis, Administração e Finanças do Unipê localizado em João Pessoa, foi a uma solenidade do MDB em apoio à candidatura do senador José Maranhão para governador.
Quem também se incorporou à campanha de Maranhão, ignorando a cúpula partidária, foi o presidente do Diretório Municipal do PSC de Rio Tinto, o odontólogo Reginaldo Rodrigues, duas vezes vice-prefeito da cidade. O PSC é o partido comandado pela família Gadelha e integra a coligação que apóia a candidatura do farmacêutico Lucélio Cartaxo- irmão gêmeo do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (ambos do PV).
No município de Cuité de Mamanguape, o líder político Helinho Severino, do PSD, também aderiu a Maranhão, contrariando a direção estadual do seu partido que está apóia Lucélio. Ex-prefeito, Helinho fez questão de ir a Mamanguape e Rio Tinto, no último dia 18 para expressar seu apoio pessoalmente a Maranhão e Bruno Roberto (PR), candidato a vice-governador.
Petista contraria
Já a vice-prefeita de Rio Tinto, Aurileide Chagas, trocou o seu partido, o PTC, pelo MDB e ofereceu um almoço a Zé Maranhão e ao candidato a senador, Roberto Paulino. Em Picuí, o prefeito Olivanio Dantas Remigio, filiado ao PT, se voltou contra as resoluções da legenda e anunciou que está apoiando a candidatura de Maranhão. O PT apóia João Azevêdo (PSB).
Fatores que levam à bagunça
As lideranças estaduais não se afinam com as lideranças locais. Isso é reflexo de três fatores, segundo o cientista político e professor do curso de História da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Lúcio Flávio Vasconcelos.
O primeiro: grande quantidade de partidos políticos no país. São 35 legendas, hoje. O segundo: a ausência de concepção ideológica e programática nos partidos.
O terceiro fator, segundo o professor da UFPB: pragmatismo generalizado. De acordo com Lúcio Flávio, isso tudo permite a bagunça que está ocorrendo na campanha eleitoral em todo o País., especialmente na Paraíba.jornal correio
sábado, agosto 25, 2018
Veja os candidatos paraibanos que mais elevaram patrimônio em 4 anos.
O candidato a deputado federal nas
eleições deste ano, Dr Djalma (Avante), não deve sentir inveja dos
candidatos eleitos em 2014. Na época, ele disputou uma vaga de deputado
estadual. Conquistou exatos 8.897 votos. Não foi, lógico, o suficiente
para ele conquistar a vaga na Assembleia Legislativa. Os anos longe da
política, no entanto, fizeram bem às finanças do médico. De 2014 para
este ano, ele declarou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) uma elevação
de R$ 7,2 milhões no patrimônio pessoal. Todos os postulantes são
obrigados a detalhar a declaração de bens na hora de registrar a
candidatura.
Uns ficam mais ricos, outros declaram ter
perdido capital e se tornado mais pobres. O caso prático é o do
deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP), líder do governo de Michel
Temer (MDB) na Câmara dos Deputados. O patrimônio declarado por ele foi
reduzido de R$ 5,8 milhões para R$ 1,4 milhão. Outro que declarou
redução do patrimônio foi o senador José Maranhão, que disputa as
eleições para o governo no pleito atual. Ele declarou um patrimônio R$
800 mil menor que o de quatro anos antes. O ponto negativo nas eleições
deste ano é que a transparência nos dados fornecidos foi reduzida.
Confira abaixo o montante da elevação do patrimônio dos postulantes, de acordo com o declarado por eles:
Deputados estaduais
Doda de Tião (PTB): R$ 3,9 milhões (aumentou)
Renato Gadelha (PSC): R$ 1,5 milhão (aumentou)
Dr Américo (Avante): R$ 1,4 milhão (aumentou)
Caio Roberto (PTB): R$ 1,4 milhão (aumentou)
Renato Gadelha (PSC): R$ 1,5 milhão (aumentou)
Dr Américo (Avante): R$ 1,4 milhão (aumentou)
Caio Roberto (PTB): R$ 1,4 milhão (aumentou)
Deputados Federais
Dr Djalma (Avante): R$ 7,2 milhões (aumentou)
Wellington Roberto (PTB): R$ 1,2 milhão (aumentou)
Tatiana Medeiros (MDB): R$ 1 milhão (aumentou)
Guilherme Almeida (PP): R$ 815,1 mil (aumentou)
Frei Anastácio (PT): R$ 661,8 mil (aumentou)
Wellington Roberto (PTB): R$ 1,2 milhão (aumentou)
Tatiana Medeiros (MDB): R$ 1 milhão (aumentou)
Guilherme Almeida (PP): R$ 815,1 mil (aumentou)
Frei Anastácio (PT): R$ 661,8 mil (aumentou)
Senador
Veneziano (PSB): R$ 447,4 mil (aumentou)
Roberto Paulino (MDB): 223,9 mil (aumentou)
Cássio Cunha Lima (PSDB): R$ 18,3 mil (aumentou)
Daniella Ribeiro (PP): 13,4 mil (aumentou)
Professor Nelson Júnior (Psol): – R$ 3 mil (diminuiu)
Luiz Couto (PT): – R$ 2,8 mil (diminuiu)
Nivaldo Mangueira (Psol): não disputou eleição em 2014
Roberto Paulino (MDB): 223,9 mil (aumentou)
Cássio Cunha Lima (PSDB): R$ 18,3 mil (aumentou)
Daniella Ribeiro (PP): 13,4 mil (aumentou)
Professor Nelson Júnior (Psol): – R$ 3 mil (diminuiu)
Luiz Couto (PT): – R$ 2,8 mil (diminuiu)
Nivaldo Mangueira (Psol): não disputou eleição em 2014
Governadores
Lucélio Cartaxo (PV): R$ 156 mil (aumentou)
. 2014: 590,9 mil
. 2018: 746,9 mil
. 2018: 746,9 mil
José Maranhão (MDB): – R$ 800 mil (diminuiu)
. 2014: R$ 8,8 milhões
. 2018: R$ 8 milhões
. 2018: R$ 8 milhões
Tárcio Teixeira (Psol): R$ 46,2 mil (aumentou)
. 2014: R$ 252,9 mil
. 2018: R$ 299,1 mil
. 2014: R$ 252,9 mil
. 2018: R$ 299,1 mil
Rama Dantas (PSTU): patrimônio permanece o mesmo
. 2014: R$ 8 mil
. 2018: R$ 8 mil
. 2018: R$ 8 mil
João Azevêdo (PSB): não disputou eleição em 2014
. 2014: não disputou
. 2018: R$ 1 milhão
. 2014: não disputou
. 2018: R$ 1 milhão
sexta-feira, agosto 24, 2018
Veja a votação para deputado estadual e federal nas eleições de 2014.
Resultado da votação para deputado estadual e federal nas eleições de 2014 nas cidade de Itabaiana, Juripiranga, Mogeiro, Salgado de São Félix, Pilar, São José dos Ramos, Ingá e Pedras de Fogo. O levantamento realizado pelo blog Itabaiana hoje, junto ao TRE. Ver lista com dez deputados mais votados em cada cidade.
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quinta-feira, agosto 23, 2018
Conheça os salários dos candidatos ao Governo da Paraíba.
Os políticos dispostos a enfrentar as urnas neste ano precisam cumprir algumas exigências impostas pela Justiça Eleitoral no ato do registro das candidatura, entre as quais apresentar algumas informações pessoais, como profissão, declarações bens, salários, além do plano de governo.
As informações ficam disponíveis no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), através da ferramenta ‘DivulgaCandContas’, o sistema responsável pela divulgação das candidaturas e das prestações de contas dos candidatos e dos partidos políticos em todo o Brasil.
Por meio desse sistema, é possível consultar o quantitativo de candidaturas e verificar a situação de cada candidato, assim como todos os seus dados, conforme foram informados à Justiça Eleitoral.
A reportagem fez um levantamento sobre os bens e os salários dos candidatos a governador na Paraíba e descobriu que o senador José Maranhão, do MDB, é o que detém os maiores salário e patrimônio.
JOSÉ MARANHÃO
Detentor de um patrimônio declarado de aproximadamente R$ 8 milhões, José Maranhão recebe uma aposentadoria de ex-governador, garantida em lei, no valor de R$ 23.500,82, mais um salário de R$ 33.763,00 como de senador da República. Juntando as duas remunerações, o candidato do MDB tem uma renda mensal de R$ 57.263,82.
JOÃO AZEVEDO
Com um patrimônio declarado de R$ 1 milhão, o candidato do PSB, João Azevêdo, ganha atualmente um salário mensal de R$ 22.552,84, como professor do Instituto Federal de Educação (IFPB) e engenheiro aposentando da Superintendência de Obras do Plano de Desenvolvimento do Estado (Suplan). Até abril, recebia R$ 44.794,10, pois acumulava vencimentos como cargo de secretário de Infraestrutura, Recursos Hídricos, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia, também incluso nessa valor os jetons referentes a presidência dos Conselhos de Administração da Cagepa, Cehap e Companhia Docas da Paraíba.
LUCÉLIO CARTAXO
O candidato do PV, Lucélio Cartaxo, declarou à Justiça Eleitoral possuir um patrimônio avaliado em R$ 746 mil. Ele é graduado em Farmácia e exerceu alguns cargos públicos. O mais recente foi o de assessor parlamentar no gabinete do ex-deputado Rômulo Gouveia (PSD), com salário mensal de R$ 15 mil.
TÁRCIO TEIXEIRA
Com um patrimônio de R$ 300 mil declarado ao TSE, o candidato do PSOL, Tárcio Teixeira, é assistente social do Ministério Público da Paraíba e recebe um salário mensal R$ 13 mil, conforme o Portal da Transparência do MPPB.
RAMA DANTAS
A candidata do PSTU declarou possuir um patrimônio de apenas R$ 8 mil. Como professora da Educação Básica 2 do Município de João Pessoa, Rama Dantas tem uma remuneração de mensal de R$ 4.382,16.
Informe: Prefeitura Municipal de Salgado.
Na Tarde de quarta-feira (22), a Secretaria de Assistência Social de Salgado, através do SCFV, realizou A ll MOSTRA FOLCLÓRICA, QUE FOI UM VERDADEIRO SUCESSO. A técnica do SCFV muito emocionada falou que o sentimento é de gratidão a Deus pelo dia de hoje! Agradeço a minha equipe por toda dedicação, ao prefeito Adjailson Andrade, a Genilsa Andrade que muito contribuem para o bom funcionamento dos nossos trabalhos, as mães, aos pais ou responsáveis , as meninas da terceira idade e todos que estiveram nos prestigiando, aos convidados da mesa, ao vereador CULA , ao secretário Reinaldo Guerra e toda equipe, Equipe CRAS, CRIANÇA FELIZ, a Maria José , a Roseane Monteiro Neves e Givaldo Jordão que fizeram cobertura do evento.DEUS ABENÇOE TODOS VOCÊS. Falou Cristiane Trigueiro. Assessoria de comunicação.
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