A partir do dia 17 de agosto os paraibanos receberão em suas casas, através da televisão e do rádio, as propostas dos candidatos a cargos eletivos nas eleições de outubro. A partir desta data entra no ar o guia eleitoral. A expectativa para o que será mostrado é muito grande, ainda mais após as grandes mancadas que os marqueteiros contratados a peso de ouro deram nas campanhas dos dois principais candidatos.
Sempre é importante destacar que o guia eleitoral é uma “faca de dois gumes”, pois pode alavancar uma candidatura ou acabar com ela. Os candidatos devem apostar nesse espaço da mídia a maioria de suas fichas para atrair eleitores e conquistar votos, pois mal produzido e sem propostas atraentes, a propaganda eleitoral no radio e na televisão pode ser tornar um inimigo e não aliado.
Mas, a grande pergunta que faço é o que esperar dos guias de Ricardo Coutinho (PSB) e José Maranhão (PMDB)? Bem, se nele for mantido o mesmo nível das peças que vêm sendo produzidas pelos marqueteiros não podemos esperar muita coisa. Mas, como tantas besteiras já foram feitas na campanha até agora por nomes tão ilustres, acredito que o guia será a grande redenção dos marqueteiros.
Maranhão deve explorar cada vez mais a imagem do presidente Lula e da candidata Dilma Roussef, ambos do PT. As obras espetaculares da atual gestão, muitas que existem apenas na revista “Paraíba da Gente”, não podem ficar de fora do guia. Para o paraibano, que sofre na pele com a fome, sede e falta de emprego, será mostrada uma Paraíba dos sonhos, que não existe na realidade.
Já Ricardo, caso os petistas deixem, deve explorar também a imagem de Lula e Dilma. Fala-se que a equipe de Duda Mendonça é ótima de imagem e péssima de texto. Caso isso seja a realidade, o guia do socialista não vai cumprir a sua missão, pois precisa ser recheado de propostas e ainda cheio de críticas ao seu principal opositor. O socialista tem que partir para o ataque, deixando de ser tão prolixo, para reverter a desvantagem que vem sendo apontada pelas pesquisas eleitorais até agora.
Os marqueteiros que fizeram muito pouco até agora têm um grande desafio pela frente: atrair os eleitores para acompanhar o guia eleitoral. Projetos e propostas, que realmente tenham viabilidade, nunca são demais; obras que não sejam faraônicas devem ser apresentadas; as denúncias sobre descasos e irregularidades também não podem faltar; o que o eleitor não aguenta mais e espera que fique fora do guia são denúncias sem fundamento e ataques pessoais.
Agora, só nos resta esperar chegar o dia 17 de agosto, acompanhar a formatação dos programas, observar se os marqueteiros realmente mereceram a fortuna que ganharam e, principalmente, prestar atenção no que os candidatos têm a dizer.
Sempre é importante destacar que o guia eleitoral é uma “faca de dois gumes”, pois pode alavancar uma candidatura ou acabar com ela. Os candidatos devem apostar nesse espaço da mídia a maioria de suas fichas para atrair eleitores e conquistar votos, pois mal produzido e sem propostas atraentes, a propaganda eleitoral no radio e na televisão pode ser tornar um inimigo e não aliado.
Mas, a grande pergunta que faço é o que esperar dos guias de Ricardo Coutinho (PSB) e José Maranhão (PMDB)? Bem, se nele for mantido o mesmo nível das peças que vêm sendo produzidas pelos marqueteiros não podemos esperar muita coisa. Mas, como tantas besteiras já foram feitas na campanha até agora por nomes tão ilustres, acredito que o guia será a grande redenção dos marqueteiros.
Maranhão deve explorar cada vez mais a imagem do presidente Lula e da candidata Dilma Roussef, ambos do PT. As obras espetaculares da atual gestão, muitas que existem apenas na revista “Paraíba da Gente”, não podem ficar de fora do guia. Para o paraibano, que sofre na pele com a fome, sede e falta de emprego, será mostrada uma Paraíba dos sonhos, que não existe na realidade.
Já Ricardo, caso os petistas deixem, deve explorar também a imagem de Lula e Dilma. Fala-se que a equipe de Duda Mendonça é ótima de imagem e péssima de texto. Caso isso seja a realidade, o guia do socialista não vai cumprir a sua missão, pois precisa ser recheado de propostas e ainda cheio de críticas ao seu principal opositor. O socialista tem que partir para o ataque, deixando de ser tão prolixo, para reverter a desvantagem que vem sendo apontada pelas pesquisas eleitorais até agora.
Os marqueteiros que fizeram muito pouco até agora têm um grande desafio pela frente: atrair os eleitores para acompanhar o guia eleitoral. Projetos e propostas, que realmente tenham viabilidade, nunca são demais; obras que não sejam faraônicas devem ser apresentadas; as denúncias sobre descasos e irregularidades também não podem faltar; o que o eleitor não aguenta mais e espera que fique fora do guia são denúncias sem fundamento e ataques pessoais.
Agora, só nos resta esperar chegar o dia 17 de agosto, acompanhar a formatação dos programas, observar se os marqueteiros realmente mereceram a fortuna que ganharam e, principalmente, prestar atenção no que os candidatos têm a dizer.