O levantamento da Transparência Brasil possui os nomes de 71 parlamentares paraibanos, incluindo os vereadores de João Pessoa. Apesar disso, apresenta a evolução patrimonial apenas de quem se escalou para a disputa deste ano, o que exclui 25 políticos que disputaram as eleições de 2006 ou 2008 e não registraram candidatura no pleito atual. Por conta disso, a relação não inclui 16 dos 21 vereadores pessoenses, cinco deputados estaduais, dois deputados federais e dois senadores.
Os salários brutos dos parlamentares, em geral, oscilam entre R$ 9 mil e R$ 16 mil, dependendo do vínculo (Câmara Municipal, Assembleia, Câmara Federal ou Senado). Apesar disso, eles administram um orçamento que pode passar dos R$ 100 mil, levando em conta benefícios como verba de gabinete e os auxílios típidos da atividade parlamentar, a exemplo dos apartamentos funcionais, passagens aéreas, combustíveis e recursos para a divulgação da atuação parlamentar. Um benefício que tem atraído muita gente.
Para se ter uma ideia, nas eleições de2006, quatro anos atrás, portanto, 351 pessoas se lançaram na disputa por um dos cargos legislativos. No pleito desde ano, esse montante cresceu. Atualmente, são 383 postulantes aptos a participar do processo eleitoral. "O fato é que a renda se multiplica após o mandato e muitos enriquecem de forma ilícita", resumiu o cientista político e professor do Departamento de História da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Jaldes Menezes.
O professor cita como exemplo casos conhecidos da história política brasileira, como do ex-prefeito de São Paulo e atual deputado federal Paulo Maluf (PP). "Ele já foi julgado e condenado, mas é protegido pela imunidade parlamentar", lamenta. Para o cientista, esse é um dos fatores que tem contribuído para atrair novos candidatos a cada eleição, do mesmo modo que incentiva a reeleição.
Os salários brutos dos parlamentares, em geral, oscilam entre R$ 9 mil e R$ 16 mil, dependendo do vínculo (Câmara Municipal, Assembleia, Câmara Federal ou Senado). Apesar disso, eles administram um orçamento que pode passar dos R$ 100 mil, levando em conta benefícios como verba de gabinete e os auxílios típidos da atividade parlamentar, a exemplo dos apartamentos funcionais, passagens aéreas, combustíveis e recursos para a divulgação da atuação parlamentar. Um benefício que tem atraído muita gente.
Para se ter uma ideia, nas eleições de2006, quatro anos atrás, portanto, 351 pessoas se lançaram na disputa por um dos cargos legislativos. No pleito desde ano, esse montante cresceu. Atualmente, são 383 postulantes aptos a participar do processo eleitoral. "O fato é que a renda se multiplica após o mandato e muitos enriquecem de forma ilícita", resumiu o cientista político e professor do Departamento de História da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Jaldes Menezes.
O professor cita como exemplo casos conhecidos da história política brasileira, como do ex-prefeito de São Paulo e atual deputado federal Paulo Maluf (PP). "Ele já foi julgado e condenado, mas é protegido pela imunidade parlamentar", lamenta. Para o cientista, esse é um dos fatores que tem contribuído para atrair novos candidatos a cada eleição, do mesmo modo que incentiva a reeleição.