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A coligação Uma Nova Paraíba aguarda com expectativa análise dos juízes auxiliares do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sobre uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) contra o governador e candidato a reeleição José Maranhão (PMDB).O candidato peemedebista é acusado de ter supostamente distribuído combustível, através de seus militantes, coordenadores e, possivelmente policiais militares, no dia 18 de julho, no Posto de Combustível Paraíso, localizado na entrada da praia de Jacumã, no Conde.
De acordo com a ação, o combustível tinha a finalidade de viabilizar a realização de uma carreata programada para o Litoral Sul do Estado e angariar votos dos eleitores. A ação foi encaminhada aos juízes pelo corregedor Carlos Neves da Franca.
De acordo com as acusações, durante a carreata houve a prática de conduta vedada consistente no uso de pessoal da Administração Pública Estadual. Existe até um vídeo que mostra à presença de policiais militares fardados, organizando o abastecimento e que algumas viaturas davam cobertura a carreata.
Argumenta ainda a coligação que houve o uso de serviços e bens móveis pertencentes ao Estado da Paraíba, em apoio às atividades da campanha do governador, em completa violação aos incisos I, II e III do art. 73 da Lei 9.504/97.
Consta também na Aije que o governador e o vice, Rodrigo Soares (PT), promoveram uma verdadeira farra com a distribuição de ordens de combustíveis para seus simpatizantes, correligionários e eleitores.
Outra acusação é com relação a José Maranhão de se beneficiar com o uso da cor vermelha em prédios públicos, de ter utilizado servidores públicos e bens públicos para promover blitz para campanha eleitoral, e ainda de ter utilizado placas em obras públicas em período vedado.